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Especialidades · Estratégia fiscal

Planejamento Tributário

Conjunto de estratégias legais que permitem à empresa reduzir sua carga de impostos, estruturar operações de forma fiscalmente eficiente e antecipar impactos de mudanças legislativas — como a atual Reforma Tributária. Não é sonegação: é o exercício legítimo do direito do contribuinte de organizar seus negócios dentro da lei.

O que é elisão fiscal?

Elisão fiscal é o planejamento tributário lícito: a adoção de formas jurídicas permitidas pela lei para reduzir a carga tributária. Diferencia-se da evasão fiscal (sonegação), que é crime, porque ocorre dentro dos limites legais, com pleno conhecimento do Fisco.

Para que o planejamento seja eficaz e juridicamente seguro, ele precisa ser feito por especialistas que conhecem as normas vigentes, a jurisprudência administrativa e judicial e o contexto específico de cada negócio.

Para quem é indicado

— PMEs em crescimento que precisam revisar o enquadramento tributário

— Empresas abrindo novas unidades ou expandindo operações

— Grupos empresariais com estrutura societária complexa

— Empresários que querem reduzir tributação sobre distribuição de lucros

— Negócios afetados diretamente pela Reforma Tributária

O que analisamos

— Enquadramento no regime mais vantajoso: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real

— Estrutura societária e uso de holding operacional

— Aproveitamento de incentivos fiscais, créditos e benefícios legais

— Impactos da Reforma Tributária (CBS, IBS, IS) sobre as operações

— Distribuição de lucros, pró-labore e remuneração dos sócios

— Operações intercompany e preço de transferência

Transição

Reforma Tributária: janela de adaptação até 2033

A Reforma Tributária (EC 132/2023) cria um período de transição até 2033. Empresas que revisarem sua estrutura fiscal agora podem antecipar adaptações, aproveitar benefícios do período de convivência entre os sistemas e evitar surpresas na alíquota efetiva dos novos tributos CBS e IBS.

FAQ

Perguntas frequentes

Depende do faturamento, margem de lucro, tipo de atividade, folha de pagamento e perfil de despesas da empresa. Cada regime tem regras específicas de apuração. A escolha precisa ser feita com base nos números reais da empresa — não existe resposta única.

O ideal é revisitar o planejamento ao menos uma vez por ano, antes da abertura do exercício fiscal seguinte, ou sempre que houver mudança relevante no negócio: novo produto, novo mercado, aquisição, fusão ou mudança de regime.

Revise sua estrutura fiscal antes da transição.