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Especialidades · Governança fiscal

Compliance Tributário e Governança Fiscal

Com a digitalização fiscal — SPED, eSocial, EFD-Reinf, NF-e — o Fisco cruza informações em tempo real. Um programa de compliance tributário não é mais um diferencial: é uma necessidade para proteger a empresa de autuações, evitar a responsabilização de administradores e garantir acesso a crédito e a parceiros que exigem governança.

O que é compliance tributário?

É o conjunto de políticas, processos e controles internos que garantem que a empresa cumpra suas obrigações fiscais de forma correta, tempestiva e bem documentada. Vai além de pagar impostos: envolve mapear riscos, revisar contratos, treinar equipes e manter registros que comprovem a conformidade em caso de fiscalização.

Por que é urgente

— A digitalização fiscal (SPED, EFD, eSocial) aumentou a capacidade do Fisco de cruzar informações automaticamente

— A Reforma Tributária exige adaptação de processos, sistemas e contratos

— A Lei Anticorrupção (12.846/2013) expõe administradores à responsabilização pessoal

— Investidores, bancos e grandes clientes exigem evidências de governança fiscal

— A ausência de compliance pode tornar a empresa alvo prioritário em fiscalizações

O que implementamos

— Diagnóstico de maturidade das práticas fiscais e tributárias

— Mapeamento e matriz de riscos tributários

— Elaboração ou revisão de políticas e procedimentos internos

— Revisão de contratos sob ótica tributária e anticorrupção

— Monitoramento de obrigações acessórias e calendário fiscal

— Treinamentos para equipes financeiras, fiscais e de procurement

— Suporte em fiscalizações: gestão de crise e comunicação com o Fisco

— Investigações internas em caso de irregularidades identificadas

Não é só para grandes empresas

A esfera administrativa suspende a exigibilidade do crédito tributário sem necessidade de depósito. Além disso, pode resultar no cancelamento total ou parcial da autuação sem custo de honorários judiciais. Em muitos casos, é o caminho mais eficiente.

FAQ

Perguntas frequentes

Não. PMEs em crescimento têm muito a ganhar com um programa básico de compliance. Além de reduzir o risco de autuações, facilita acesso a crédito, licitações e parcerias com grandes empresas que exigem due diligence de fornecedores.

O ponto de partida é um diagnóstico de maturidade: análise das práticas atuais em relação ao que a lei exige, com identificação das lacunas prioritárias. A partir daí, define-se um plano de implementação por fases — sem necessidade de transformar a empresa de uma vez.

Comece com um diagnóstico de maturidade.